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Como fazer sua empresa prosperar em 2026: especialista revela caminhos para um crescimento sustentável

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Em 2025, uma pesquisa da consultoria Infor com 3,6 mil empresas em 15 países apontou que 74% das companhias brasileiras acreditam poder aumentar a produtividade em mais de 20% nos próximos 3 a 5 anos com o uso de tecnologia e otimização de processos. Isso revela que o ambiente corporativo caminha para uma era de eficiência, adaptações constantes e transformação digital, e 2026 promete ser um ano decisivo para quem quer crescer com solidez.

Para a executiva Juliana D’ Andrade, especialista em gestão empresarial e comunicação estratégica em grandes empresas e também no mercado de leilões, prosperar no próximo ano depende menos de fórmulas prontas e mais de estratégia, posicionamento claro e capacidade de adaptação real.

Segundo ela, 2026 será um período marcado por consumidores mais seletivos, operações enxutas, mudanças rápidas e valorização da eficiência. “As empresas que prosperam não são apenas as que vendem mais, mas as que entendem profundamente seus processos, seus clientes e suas equipes”, afirma Juliana D’ Andrade.

A seguir, ela apresenta os pilares essenciais para transformar 2026 em um ano de expansão, estabilidade e posicionamento forte no mercado:

Planejamento estratégico baseado em dados

Juliana alerta que decisões guiadas por suposições ficaram no passado. Crescer exige análises concretas de mercado, comportamento dos clientes, performance interna e projeções realistas. “Planejar com base em dados é saber onde investir energia, quais produtos priorizar e como otimizar recursos. Ignorar números é perder competitividade.”

Processos organizados para evitar desperdícios

A organização interna é, na visão dela, um dos pontos mais negligenciados. Um fluxo mal estruturado consome tempo, dinheiro e pessoas. Quando a empresa organiza seu fluxo, estabelece padrões claros e define responsabilidades, o lucro aparece como consequência natural.

Comunicação transparente com clientes e equipes

Em um ambiente cada vez mais ágil, comunicar bem será diferencial. Juliana defende que clareza de mensagem, alinhamento de expectativas e coerência reduzem conflitos, aumentam produtividade e engajam tanto colaboradores quanto clientes.

Cultura empresarial forte e coerente

Empresas que sobrevivem às crises são aquelas onde valores e propósitos não estão no discurso, mas vividos no dia a dia. Uma cultura sólida fortalece o engajamento, a lealdade e a consistência da equipe, especialmente em momentos desafiadores.

Investimento em pessoas antes de investir apenas em ferramentas

A executiva enfatiza que nenhuma tecnologia substitui equipes competentes e comprometidas. Investir no desenvolvimento, valorização e bem-estar das pessoas resulta em produtividade, criatividade e retenção de talentos — um diferencial crítico em um mercado cada vez mais competitivo.

Atenção às mudanças de mercado e agilidade para se adaptar

O consumidor de 2026 será exigente, criterioso e atento ao valor agregado. A empresa precisa acompanhar as mudanças em tempo real, ser sensível às novas demandas e estar pronta para ajustar produtos, serviços ou estratégias rapidamente. Quem não se adapta, perde relevância.

Liderança preparada para tempos de incerteza e desafios constantes

Crescimento sustentável não depende apenas de estratégia e estrutura — depende de pessoas que conduzem com equilíbrio emocional e visão clara. Um líder organizado, seguro e estratégico consegue unir eficiência operacional com humanidade, planejamento com adaptação e autoridade com empatia.

Para Juliana D’ Andrade, prosperar em 2026 não será resultado de sorte ou de sorteio de metas, mas de uma construção consciente, intencional e fundamentada em escolhas claras. “Prosperar é resultado de um conjunto de decisões diárias. A empresa que decidir agora como quer chegar ao fim do ano já larga na frente”, afirma.

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Tecnologias que estão transformando a construção civil: Guilherme Esteves analisa o impacto da impressão 3D

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A inovação que promete reduzir tempo, custos e desperdícios, e que já projeta um futuro mais sustentável e acessível para o setor imobiliário

 

A construção civil, um dos setores mais tradicionais da economia, sempre foi marcada por processos manuais, prazos longos e altos custos, mas esse cenário começa a mudar com a chegada da impressão 3D, também chamada de manufatura aditiva, que transforma o canteiro de obras em um espaço automatizado e industrializado, reduzindo tempo, desperdício e custos de maneira significativa.

Para o gerente financeiro Guilherme Esteves, que desde 2023 se dedica a estudar a aplicação dessa inovação no mercado imobiliário, trata-se de uma oportunidade concreta de alinhar finanças, tecnologia e impacto social. “Acredito que esse é o momento em que o setor precisa olhar além do modelo tradicional, porque a impressão 3D não é apenas uma inovação técnica, ela tem o poder de transformar a forma como pensamos investimento, sustentabilidade e acesso à moradia”, afirma.

Um dos pontos mais comentados sobre a construção 3D é a velocidade, estudos da McKinsey & Company indicam que a tecnologia pode reduzir em até 50% o tempo necessário para erguer um imóvel sem comprometer a qualidade, o que na prática significa economia de recursos e um retorno mais rápido para investidores e incorporadoras, essa projeção já tem exemplos concretos, como em Dubai, onde o projeto conhecido como “Escritório do Futuro” se tornou o primeiro edifício totalmente funcional impresso em 3D do mundo, erguido em apenas 17 dias e finalizado em três meses com interiores e paisagismo, prazos muito inferiores aos da construção tradicional e com custos de mão de obra significativamente menores.

Para Guilherme, esse ganho de tempo não é apenas um avanço técnico, mas também um fator decisivo para o setor financeiro. “Cada dia economizado em uma obra é também uma redução de risco e uma aceleração do impacto que o empreendimento gera, porque quanto mais rápido o projeto é entregue, mais cedo ele começa a transformar vidas e a gerar retorno para os investidores”, analisa.

A eficiência da tecnologia não se resume ao tempo, pois ela também diminui de forma expressiva a perda de materiais em obra, já que a impressora utiliza exatamente a quantidade necessária de insumo, sem sobras, além de permitir o uso de resíduos reciclados e materiais de baixo teor de carbono, e nesse ponto Guilherme ressalta que “quando a inovação reduz custos e, ao mesmo tempo, melhora a pegada ambiental, todos ganham: investidores, empresas e a sociedade”.

Outro fator transformador está na liberdade de design, pois ao operar com base em modelos digitais, a impressão 3D permite criar formas e geometrias complexas que seriam inviáveis com técnicas tradicionais, abrindo espaço para moradias acessíveis que também sejam esteticamente diferenciadas, e como observa Guilherme, “acredito que democratizar a moradia também significa oferecer qualidade de vida e arquitetura digna para todos”.

O panorama internacional mostra como essa tecnologia já saiu do campo experimental para se tornar solução de mercado, nos Estados Unidos o projeto “The Genesis Collection at Wolf Ranch”, no Texas, é considerado a primeira e maior comunidade residencial do mundo construída em 3D, com 100 casas erguidas por uma frota de robôs em tempo recorde, uma iniciativa que busca combater a crise imobiliária local, oferecendo moradias sustentáveis e acessíveis, e Guilherme analisa que “esses exemplos internacionais apontam caminhos concretos que o Brasil pode seguir, adaptando a tecnologia às nossas necessidades sociais e econômicas”. Outro caso vem do Japão, onde impressoras 3D reconstruíram uma estação de trem em apenas seis horas, tempo que, pelos métodos convencionais, teria se estendido por meses, evidenciando o potencial da tecnologia para projetos de infraestrutura urbana em grande escala.

Apesar dos avanços, ainda existem desafios, como o alto custo inicial das máquinas e a necessidade de normatização, mas nesse sentido a publicação da norma ISO/ASTM 52939:2023 foi um marco global, pois estabelece critérios de qualidade e segurança para a manufatura aditiva na construção civil, aumentando a confiança de investidores e acelerando a adoção, e como destaca Guilherme, “toda inovação enfrenta barreiras de entrada, mas a regulamentação funciona como uma ponte entre a tecnologia e o mercado, permitindo que soluções saiam do protótipo e cheguem à vida real”.

Outro impacto importante da impressão 3D é na força de trabalho, já que a automação reduz a dependência de mão de obra braçal e cria novas funções técnicas, exigindo engenheiros, programadores e operadores de robôs, segundo Guilherme, “a tecnologia não substitui o ser humano, ela muda o tipo de contribuição que cada pessoa traz, e o desafio é preparar profissionais para esse novo perfil de canteiro de obras”.

Ao analisar a tecnologia e seu potencial, Guilherme reforça que sua missão vai além de números e planilhas, porque “o mercado imobiliário é mais do que construir casas, é criar propósito e alegria na vida das pessoas”, e olhando para o futuro, ele enxerga na impressão 3D uma ferramenta capaz de unir eficiência financeira, inovação e impacto social, abrindo caminho para um setor mais moderno, sustentável e humano.

Referências:

https://builtworlds.com/news/3d-printings-impact-construction-overview/

https://www.architectmagazine.com/project-gallery/office-of-the-future_o?utm_source=chatgpt.com 

 

Texto criado por Nathalia Pimenta
Supervisão jornalística aprovada por Radija Matos

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Panorama Setorial destaca subsídios essenciais para a expansão do segmento fitness

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A plataforma ABC Evo e a Matrix Fitness patrocinaram a 4ª edição do Panorama Setorial, promovida pela Fitness Brasil, empresa segmentada no ecossistema de fitness, esporte, saúde e bem-estar, com o mote de oferecer educação, networking, negócios e entretenimento para o nicho.

O propósito do Panorama Setorial é conferir dados e informações do segmento fitness no Brasil e contribuir para a evolução do mercado de saúde e bem-estar no país.

O material, que é gratuito e pode ser acessado na página da Fitness Brasil.

Paulo Akiau, CEO da ABC EVO, destaca a importância de uma analise minuciosa para traçar um cenário real com o objetivo de avançar aos próximos passos a serem dados pelo setor. “A pesquisa é caaz de ofertar dados interessantes que servirão de suporte à tomada de decisões no que se refere às inovações e tendências que poderão ser brevemente adotadas”.

Segundo Gustavo Almeida, diretor executivo da Fitness Brasil, o Panorama Setorial Fitness Brasil se consolida como a principal fonte de informação do mercado fitness no Brasil. “O estudo melhora a percepção de onde estamos e até mesmo de para onde vamos. Decisões baseadas em dados tendem a ser melhores. Logo, este material catalisa e impulsiona o setor, promovendo um futuro mais saudável para todos, como dita o propósito da Fitness Brasil”, destaca ele.

Panorama Setorial

Para a organização do documento houve uma pesquisa com base nos dados oficiais e setoriais em órgãos como Conselhos Profissionais, CNAEs, centros de atividades físicas que participaram da Fitness Brasil Expo 2025, além de um questionário setorial, coletado junto aos gestores de centros de atividades físicas.

Segundo o documento, o Brasil tem centros de atividades físicas em 46% dos municípios, com maior concentração no Sudeste, especialmente em São Paulo. A modalidade mais procurada nos locais pesquisados é a musculação, responsável por 45%.

A pesquisa também revela que, na América Latina, há uma presença maior de atividades ao ar livre e 72% das academias brasileiras não oferecem treinos outdoor, o que aponta uma tendência a ser estudada pelos gestores.

No que se refere aos profissionais do mercado, o Brasil apresenta 1,2 milhão de profissionais de Educação Física, Nutrição e Fisioterapia, grande parte alocados na região Sudeste. Há também a constatação de equidade de gênero na prática.

O futuro do mercado fitness no país

Levantamentos do Panorama Setorial dão conta sobre aspectos que tocam o futuro do mercado fitness no Brasil e as percepções de especialistas em discussões que demonstram um mercado em rápida transformação, profissionalização, diversificação, digitalização e novas demandas de consumo.

De acordo com a visão de alguns executivos líderes deste segmento, haverá uma expansão estrutural de mercado para os próximos cinco a dez anos.

Outra abordagem foi o fortalecimento das associações regionais e redes colaborativas como CREF e CONFEF.

“O advento da Inteligência Artificial, a expansão das tecnologias aplicadas à jornada do cliente, a qualificação dos serviços, entre outros fatores, promoverão um avanço para que o setor fitness tenha um modelo mais profissional e engajado ao ecossistema da qualidade de vida”, conclui Akiau.

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A gestão que redefine o contador e acelera o crescimento dos escritórios

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Indicadores, liderança e cultura de resultados transformam operações contábeis e elevam a competitividade do setor

A exigência por gestão estruturada nos escritórios de serviços tem crescido rapidamente, e no setor contábil essa necessidade já se converte em transformação prática. De acordo com dados do Sebrae, 76% das micro e pequenas empresas ainda não utilizam indicadores de desempenho de forma consistente, o que limita a produtividade e reduz a previsibilidade operacional. Estudos da Fenacon apontam que os escritórios que adotam automação aliada a rotinas de gestão registram ganhos expressivos de eficiência.

Para Ney Pinheiro, empresário e fundador do Grupo Qualitycert, esse movimento mudou o papel do profissional da contabilidade. “O técnico continua essencial, mas quem cresce é quem lidera. A gestão passou a ser o que separa o escritório que sobrevive daquele que se expande”, afirma.

O grupo, com atuação em certificação digital, serviços complementares e educação corporativa, passou a adotar uma agenda contínua de gestão e desenvolvimento de lideranças como eixo central da operação. A mudança contribuiu para reduzir o retrabalho, organizar fluxos internos, melhorar o uso do tempo das equipes e ampliar a integração entre as áreas, refletindo uma operação mais previsível e alinhada às demandas do negócio.

Ney explica que a mudança acontece quando o proprietário abandona o modelo reativo e passa a organizar o negócio com dados e rotinas claras. “Quando a empresa começa a trabalhar com metas semanais, controles organizados e devolutivas estruturadas, a operação flui e o cliente percebe imediatamente”, diz o empresário.

A estrutura adotada no grupo se apoia em cinco pilares apresentados por Ney como essenciais para escritórios que desejam amadurecer a gestão. São eles:

  1. Clareza operacional
    Estabelece processos e responsabilidades de forma objetiva, reduzindo retrabalho e ampliando previsibilidade na operação.
  2. Comunicação contínua
    Mantém alinhamento por meio de rituais semanais e devolutivas estruturadas, diminuindo ruídos e acelerando o fluxo de trabalho.
  3. Gestão por indicadores
    Organiza decisões com base em métricas como produtividade, prazos e taxa de erros, permitindo antecipar gargalos e ajustar a operação.
  4. Desenvolvimento das pessoas
    Inclui treinamentos direcionados e acompanhamento individual para fortalecer autonomia e elevar a qualificação técnica da equipe.
  5. Cultura de metas e entregas
    Define objetivos trimestrais claros e acompanha resultados com disciplina gerencial, criando previsibilidade e sustentação para o crescimento.

O aumento da complexidade regulatória também contribui para ampliar o protagonismo do contador como gestor. Com a digitalização de obrigações acessórias e a maior integração fiscal, o volume de dados exigido pelas administrações tributárias cresceu mais de 30% na última década, segundo análises do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação.

Esse cenário pressiona os escritórios a estruturarem operações mais sólidas para lidar com demandas de alta precisão sem comprometer a qualidade das entregas. Para Ney, o contexto reforça a necessidade de líderes preparados. “O setor está mais técnico e mais exigente. Sem gestão, a complexidade vira gargalo. Com gestão, vira oportunidade”, avalia.

A mudança no perfil das equipes também influencia essa transformação. Pesquisas de ambiente de trabalho da FGV mostram que os novos profissionais valorizam autonomia, clareza de expectativas e feedbacks frequentes. No setor contábil, onde prazos são rígidos, escritórios que organizam rituais de comunicação registram menor rotatividade e maior engajamento. A prática se alinha diretamente aos pilares apresentados por Ney e contribui para reduzir desgaste e aumentar eficiência operacional.

A própria estrutura econômica do segmento está em evolução. Serviços complementares, como certificação digital, controle de obrigações de SST e gestão documental, ampliaram a receita média por cliente, exigindo coordenadores capazes de integrar processos que antes funcionavam de forma isolada. A profissionalização da gestão dá ao contador as ferramentas necessárias para conduzir essa expansão sem sobrecarregar equipes ou comprometer qualidade. Na visão de Ney, o futuro será formado por escritórios mais completos e operados com mentalidade empresarial. “O crescimento exige liderança. Quem amadurecer a gestão terá espaço para diversificar serviços e atender clientes mais exigentes”, afirma.

Para especialistas do setor, a liderança tende a se tornar o principal fator de diferenciação do mercado contábil nos próximos anos. A combinação de dados, processos estruturados, desenvolvimento de pessoas e metas bem definidas transforma escritórios antes dependentes do conhecimento técnico do proprietário em operações mais robustas, integradas e sustentáveis. O movimento reforça a transição do contador para estrategista, responsável por liderar equipes, coordenar fluxos e sustentar o crescimento contínuo do negócio em um ambiente cada vez mais desafiador.

Sobre Ney Pinheiro

CEO do Grupo Qualitycert, Ney Pinheiro é contador e advogado por formação, com mais de 20 anos de experiência em gestão, vendas e liderança empresarial. Construiu sua trajetória de office boy a CEO, liderando mais de 1000 colaboradores e 78 gestores diretos em uma das maiores operações contábeis e de certificação digital do país. É cofundador da Macrocont Contabilidade e da Freitas e Maia, além de idealizador do Na Prática Club, ecossistema de desenvolvimento voltado a empresários e contadores que buscam escalabilidade e rentabilidade com método e execução. Atua como mentor em liderança executiva e performance comercial, ajudando empresas a estruturarem processos, integrarem marketing e vendas e transformarem resultados em crescimento previsível.

Para mais informações, acesse o instagram ou linkedin.

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