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Saúde

Psiquiatra Moises Groisman lança seu 14º livro: “Tô Loco, Dotô? Do Diagnóstico Psiquiátrico ao Diagnóstico Sistêmico”

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Referência na terapia familiar sistêmica, ele contesta o diagnóstico  psiquiátrico apoiado apenas na sintomatologia do paciente

No seu novo livro “Tô Loco, Dotô? Do Diagnóstico Psiquiátrico ao Diagnóstico Sistêmico”, o psiquiatra, psicanalista e terapeuta familiar, Moises Groisman, considerado uma referência em terapia familiar sistêmica, contesta o diagnóstico psiquiátrico, que é individual, apoiado apenas na sintomatologia do paciente, e defende a utilização do diagnóstico sistêmico (presença interna e externa da família). O lançamento pela Núcleo-Pesquisas Editora acontece em dois dias diferentes: neste sábado (18) e dia 24 de maio, ambos online, com workshop sobre o livro.

Baseado em histórias reais, o livro ressalta a evidência da importância da presença da família no contexto terapêutico e assinala que são pacientes que, caso permanecessem somente com o diagnóstico psiquiátrico estariam condenados a uma cronicidade, sem utilidade social, ou a uma vida com alcances limitados.

“Escolhi o dia 18 para o primeiro dia de lançamento e workshop sobre o livro, porque é o dia da luta Antimanicomial. Gostaria de convocar meus colegas de profissão0 para continuarem a torcer junto comigo para que os diagnósticos psiquiátricos não invalidem as pessoas e se tornem rótulos ambulantes”, explica Moises Groisman. 

Em 2015, Groisman já havia falado sobre o uso indiscriminado de medicação psiquiátrica no livro “Terapia familiar breve na infância e na adolescência, sem remédios, sem terapia individual”, onde cunhou a expressão medicalização das emoções, quando se referiu ao uso indiscriminado de medicação psiquiátrica no tratamento de sintomas emocionais apresentados por crianças e adolescentes.

Segundo ele, essa medicação é resultado de um diagnóstico psiquiátrico efetuado através de uma avaliação/leitura individual da sintomatologia exposta por esses clientes. 

“O que é um contraste, devido ao fato de que eles – crianças, adolescentes, dependentes econômicos (de qualquer idade) – estão mergulhados no contexto familiar, e, dessa maneira, sujeitos diariamente aos estresses que ocorrem no seu interior. Não somente eles, mas também qualquer de nós, em diferentes faixas etárias, na medida em que nascemos e nos desenvolvemos em uma família biológica ou substituta, e criamos, ou não, outra família”, indica o autor.

Nove anos depois do lançamento desse livro, as ideias expostas pelo psiquiatra Moises Groisman continuam atuais, e foram ampliadas, ao incluírem a questão da contestação do diagnóstico psiquiátrico; o que leva à necessidade de realizar o diagnóstico sistêmico (presença externa ou interna da família).

“A proposta de realizar o diagnóstico sistêmico, que, para mim, é óbvia, certamente não o é para a maioria dos profissionais. Na minha opinião, não deveria haver a dicotomia indivíduo/família, já que são interdependentes”, afirma Groisman.

Sobre o psiquiatra Moises Groisman

Moises Groisman, de 84 anos, é médico-psiquiatra (1964) e psicanalista (1975). Atua como terapeuta familiar e de casal desde 1983, tendo feito especialização no Istituto di Terapia Familiare (Roma). É um dos pioneiros da terapia familiar no Brasil, sendo fundador e diretor da Núcleo-Pesquisas (1985), instituição de pesquisa, atendimento e formação de terapeutas familiares mais antiga em atividade no país.

É o criador do modelo sistêmico-vivencial de terapia familiar breve (único modelo original brasileiro de terapia familiar). Produziu 50 vídeos científicos de terapia familiar, resultado de seus atendimentos, que exibe e debate em seus cursos. Criou uma coleção de exercícios sistêmicos-vivenciais e sistêmicos-racionais, aos quais deu o nome de Teatro Familiar, que são realizados pelos alunos no curso de formação e nos cursos de atualização.

É autor e coautor de vários livros, entre eles, “Adolescência e Saúde Mental”; “Família, Trama e Terapia”; Histórias Dramáticas”; “Família é Deus”; “Além do Paraíso”; “Código da Família”; “Terapia Familiar Breve na Infância e na Adolescência”; “A Cruz Familiar” e “Terapia Familiar do Luto”.

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Saúde

Estética viral, riscos reais: Dra. Giovana Tiezzi alerta para os perigos da banalização dos procedimentos nas redes sociais

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Procedimentos estéticos nunca estiveram tão presentes nas redes sociais. Vídeos de aplicações, bastidores de atendimentos e conteúdos que prometem resultados rápidos se multiplicam diariamente, transformando tratamentos médicos em entretenimento digital. Mas, por trás da estética viral, existe um risco que nem sempre aparece na tela.

A infectologista Giovana Tiezzi, especialista em biossegurança e segurança assistencial, alerta que a exposição indiscriminada de procedimentos e a normalização de práticas inadequadas têm criado uma falsa sensação de segurança entre pacientes e profissionais.

“Quando o procedimento vira conteúdo, o risco é que a técnica seja banalizada e a biossegurança fique em segundo plano”, explica.

Segundo a médica, é cada vez mais comum observar clínicas exibindo materiais descartáveis, seringas, agulhas e insumos como parte do cenário dos vídeos, muitas vezes fora de embalagens adequadas ou armazenados de forma incorreta. Em alguns casos, esses itens chegam a ser usados como elementos decorativos, o que representa um grave erro sanitário.

“Materiais descartáveis não fazem parte de ambientação. Eles fazem parte de um protocolo rigoroso de uso único, armazenamento controlado e descarte adequado”, reforça.

A especialista destaca que a estética, embora muitas vezes tratada como procedimento simples, envolve riscos biológicos reais. Infecções, contaminações cruzadas e eventos adversos podem ocorrer sempre que há rompimento da barreira da pele, independentemente do porte da clínica ou do valor do procedimento.

Outro ponto de atenção é a influência direta das redes sociais na decisão do paciente. A estética visual do ambiente e a popularidade do profissional acabam, muitas vezes, sendo priorizadas em detrimento de critérios técnicos e de segurança.

“Um ambiente bonito não é sinônimo de ambiente seguro”, alerta a médica.

Para Dra. Giovana Tiezzi, é urgente resgatar o conceito de que biossegurança não é excesso de zelo, mas um pilar essencial da qualidade assistencial. Treinamento contínuo, protocolos bem definidos, controle de infecção e responsabilidade ética precisam acompanhar a evolução do mercado estético.

 

“A modernização da estética precisa caminhar junto com a maturidade sanitária. Caso contrário, o que deveria promover bem-estar pode gerar danos silenciosos e duradouros”, conclui.

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Saúde

O que você precisa saber ao voltar aos treinos

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Qual o limite entre sedentarismo e pausa nos exercícios físicos? É verdade que “músculo tem memória”? Esclareça as principais dúvidas para continuar se exercitando com segurança e avançar nos resultados

Com o fim do recesso de final de ano, e já pensando em estar bem no Carnaval, é comum as pessoas retomarem os cuidados com o corpo. É a chamada volta aos treinos, para não perder o condicionamento adquirido ao longo do ano e, claro, também de olho nos ganhos estéticos, que podem ser resumidos em perda de gordura e ganho de massa muscular. Ainda que haja consciência dessa retomada, algumas dúvidas podem aparecer nesse momento.

Será que ficar duas semanas ou mesmo um mês longe da academia pode ser o primeiro passo para entrar no time dos sedentários que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) representa até 52% dos adultos brasileiros? Não existe um prazo determinado para ser taxado de sedentário, a partir do momento que se adota o ócio total, ainda que seja óbvio que o condicionamento físico vai se perdendo com o tempo de inatividade. “O sedentarismo é determinado pela insuficiência crônica de movimento e não pela interrupção temporária de exercícios físicos”, avisa Emilio Costa, professor de musculação da rede de academias Evoque, que incentiva a volta dos treinos no começo do ano, oferecendo mais de 20 modalidades diferentes.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACSM), são considerados sedentários aqueles que não cumprem a meta de duas horas e meia semanais de exercícios físicos – média de 10 minutos por dia. Isso não significa que quem resolveu descansar no fim do ano, após treinar todos os outros meses, seja jogado nesse mesmo balaio. Você já deve ter ouvido falar que “músculo tem memória”, certo? Isso significa que o corpo tem capacidade de assimilar certas adaptações que teve a um determinado estímulo. Ou seja, assim que você retoma os treinos, seus músculos logo se acostumam ao esforço, diferentemente do que ocorre com um iniciante, que está começando do zero. Assim, é mais simples voltar ao condicionamento adquirido no momento da interrupção.

Agora, o tempo exato para voltar à antiga forma depende do nível de condicionamento físico anterior e de fatores como predisposição genética e idade. Geralmente, pessoas mais novas e bem condicionadas conseguem voltar ao ritmo anterior mais facilmente. A melhor notícia, no entanto, é que parar por duas semanas não vai causar tanto prejuízo “A perda é mínima em termos de massa muscular e de condicionamento físico, quando os exercícios físicos fazem parte de uma rotina, por conta da tal memória muscular e das adaptações fisiológicas que o corpo construiu ao longo do tempo”, afirma o professor da Evoque.

Aliás, quando os treinos são contínuos, tirar poucos dias para descansar, como no caso de um feriado prolongado, pode até ser benéfico para a recuperação muscular, minimizando o risco de lesões por esforço. De qualquer forma, a retomada dos treinos exige alguns cuidados específicos, mesmo para aqueles que não faltaram ao treino ao longo do ano.

Na primeira semana, foque mais na técnica de execução dos exercícios. Na musculação, por exemplo, reduza as cargas. Treine sem pressa de pegar o ritmo anterior e aumente gradualmente os pesos e a intensidade à medida que sentir que dá para avançar. Como se fosse um iniciante. A diferença é que você não precisa baixar tanto a carga. Ou seja, começar do zero.

A diminuição da intensidade de treinos na primeira semana de retomada pode ser feita, ainda, com a redução do tempo de atividade. Nos exercícios cardiorrespiratórios (bike e esteira, por exemplo) isso significa também controlar o ritmo do movimento, optando por uma intensidade baixa ou moderada. “Nesse sentido, é sempre bom monitorar o treino através da frequência cardíaca. Na dúvida, peça orientação a um profissional de educação física”, indica Emilio. Aqui também vale a dica de aumentar gradativamente o tempo e ritmo de treino quando se sentir confortável para tal.

Sobre a Evoque. Fundada em 2018, em Mauá, na região metropolitana de São Paulo, a rede de academias Evoque conta atualmente com 46 unidades e mais de 60 mil alunos em todo país. Trata-se de uma marca em franca expansão, um modelo híbrido, muito bem estruturado e com serviços de excelência, entre academia de bairro e low cost. Tem a vantagem de oferecer diversos tipos de atividades físicas, incluindo artes marciais, dança, treinamento funcional e bike indoor, além de serviços de fisioterapia. academiaevoque.com.br

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Saúde

Tecnologia de retração de pele reposiciona a cirurgia plástica moderna sob liderança médica experiente

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Créditos da Foto: Divulgação

A cirurgia plástica vive um novo momento, impulsionado pela busca crescente por procedimentos menos invasivos, com recuperação mais rápida, segurança ampliada e resultados cada vez mais naturais. Nesse cenário, tecnologias de retração de pele por radiofrequência inteligente vêm ganhando protagonismo especialmente quando associadas à experiência médica consolidada.

É o caso da Retraction, tecnologia que utiliza radiofrequência controlada para promover retração imediata da pele, estímulo de colágeno e melhora do contorno corporal e facial. No Brasil, o procedimento se destaca nas mãos do Dr. Wandemberg, cirurgião plástico, oncologista e mastologista, com mais de 30 anos de atuação e passagem por hospitais de referência como o Hospital Israelita Albert Einstein e o Hospital São Luís.

Inovação aliada à segurança médica

A Retraction atua por meio de cânulas que emitem radiofrequência de forma precisa nas camadas internas da pele. O diferencial da tecnologia está no controle em tempo real da temperatura, o que permite maior previsibilidade, segurança e resultados harmoniosos.

Entre os principais benefícios do procedimento estão:
• retração imediata da pele;
• estímulo contínuo de colágeno e elastina;
• redução significativa da flacidez;
• e, quando associada à lipoaspiração, emulsificação da gordura, facilitando sua remoção.

Segundo o Dr. Wandemberg, a cirurgia plástica contemporânea prioriza equilíbrio e responsabilidade.
“Hoje, o foco não está em excessos, mas em harmonia, firmeza e segurança. Tecnologias como a Retraction permitem alcançar esses objetivos com maior controle e naturalidade”, explica.

Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação

Experiência que eleva os resultados

A formação multidisciplinar do Dr. Wandemberg — que une cirurgia plástica, oncologia e mastologia — agrega um olhar ainda mais criterioso aos procedimentos estéticos, especialmente em regiões sensíveis como mamas, abdômen e face.

A vivência em grandes hospitais reforça o rigor técnico aplicado também na estética, conectando saúde, funcionalidade e beleza de forma ética e responsável.

Principais indicações da tecnologia Retraction
• Contorno corporal pós-lipoaspiração: braços, abdômen, flancos, coxas e glúteos
• Rejuvenescimento facial e cervical: melhora da flacidez, linhas finas e definição do contorno
• Procedimentos em mamas: retração da pele com atenção à segurança oncológica
• Rejuvenescimento íntimo feminino

Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação

Combinando inovação tecnológica e mais de três décadas de experiência médica, o Dr. Wandemberg reforça uma tendência clara da cirurgia plástica atual: resultados naturais, seguros e alinhados à saúde integral do paciente.

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